Contratos, sociedade, crises e o jurídico do dia a dia do negócio — com decisões medidas por custo, prazo e risco, e não por volume de horas.
A maior parte dos problemas empresariais que chegam ao escritório não nasceu de um conflito: nasceu de um contrato assinado às pressas, de uma cláusula societária que ninguém releu ou de uma cobrança que ficou sem resposta. Por isso o trabalho começa antes da disputa, na redação e na revisão dos documentos que sustentam o negócio.
Isso inclui contratos com clientes, fornecedores e prestadores, acordos de confidencialidade, termos de uso e contratos de distribuição ou representação. Em cada um, o ponto de atenção é o mesmo: o que acontece quando algo dá errado, quem responde e como se encerra a relação.
Constituição de sociedade, alteração contratual, entrada e saída de sócio, apuração de haveres e acordo de sócios. Um contrato social bem construído define como as decisões são tomadas, o que acontece na saída ou no falecimento de um sócio e como se resolvem impasses — cláusulas que raramente parecem urgentes na abertura e que decidem o rumo do negócio anos depois.
Também tratamos da estruturação de holdings e da organização patrimonial da família empresária, tema que costuma andar junto com planejamento sucessório e com o planejamento tributário.
Do lado do crédito, atuamos na cobrança extrajudicial e judicial, na execução de títulos e na negociação de dívidas. Do lado de quem enfrenta dificuldade, avaliamos as alternativas disponíveis — renegociação, recuperação extrajudicial ou judicial — com atenção ao que cada caminho exige em documentação, prazo e transparência com os credores.
Marca, tecnologia e conteúdo próprio são patrimônio da empresa e merecem tratamento como tal. O registro no INPI e a proteção desses ativos são tratados na página de propriedade intelectual, e caminham lado a lado com os contratos que definem quem detém o que foi criado.
O acompanhamento contínuo costuma fazer diferença justamente nas empresas menores, porque nelas um contrato mal redigido ou uma cláusula societária omissa pesa proporcionalmente mais. O formato pode ser ajustado ao porte, sem estrutura maior do que o negócio comporta.
Além do básico exigido pela Junta Comercial, importa definir como decisões são tomadas, o que acontece na saída ou no falecimento de um sócio, como se apura haveres e como se resolvem impasses. São essas cláusulas que evitam disputas anos depois.
Explique a situação da sua empresa e, se pudermos ajudar, apresentamos os caminhos possíveis com clareza sobre custo, prazo e risco.
E-mail: contato@laval.com.br
Recuperação de créditos e tributos de energia (PIS/COFINS, ICMS), geração distribuída (Lei 14.300) e planejamento tributário para pessoas e empresas.
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